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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Como você julga um livro?




"Go Beyond The Cover" vídeo com Zombie Boy (a.k.a. Rico Genest) em Tuxedo Agency, Montreal.

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Song: There Is Hope - Zoo Brazil feat. Rasmus Kellerman.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Stereo: Go! MixTape 01



................................................................ editado

20 seconds e Mc's Can Kiss está com problemas. :/

segunda-feira, 4 de abril de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Simon's Cat 'TV Dinner'


Muito mais no canal Simion's Cat Youtube.

TEDDYBEARS – CARDIAC ARREST (feat. Robyn)

Mais uma vez, o trio electro-rock Teddybears, formado na década de 90 por Patrik Arve, Joakim Åhlund e Klas Åhlund, se uniu à sueca Robyn. 'Cardic Arrest' não foi originalmente produzida com a voz da cantora. A parceria foi feita com a finalidade de dar um tom mais pop à música, o que faz valer o volume alto!

Já o vídeo me parece dejavú, DVNO do Justice e o novo E.T. da Katy Perry seguem a mesma linha.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Nina Zilli e '50mila'

Nina Zilli é o pseudônimo de Maria Chiara Fraschetta, uma cantora e compositora italiana, crescida em Gossolengo nos arredores de Placência. Começou a cantar aos 13 anos, influenciada pelos sons do rock e punk dos anos setenta. Seu nome artístico é a combinação do nome de sua artista favorita, Nina Simone, e o sobrenome de sua mãe.

Em 2009, assinou contrato com a Universal e lançou seu primeiro EP homônimo: Nina Zilli. O single '50mila', realizado em conjunto com Giuliano Palma, obteve um sucesso relativamente bom nas rádios italianas e, então, é incluída na trilha sonora do filme 'Mine vaganti' de Ferzan Özpetek e no jogo 'Pro Evolution Soccer 2011'. No EP Nina Zilli figura, entre soul e R&B, uma referência aos anos sessenta com L'amore verrà, cover em italiano de 'You Can't Hurry Love' (com a versão escrita em italiano por Pino Cassia), um sucesso das Supremes em 1966.


YouTube irá pagar os direitos autorais de músicas

O Ecad fechou um acordo com o YouTube segundo o qual o site deve pagar os direitos autorais de todas as músicas disponibilizadas por meio dele. Resta aos artistas fazer valer o que é seu.

Texto de RevistaTrip. Foto Alex Gross.

Existe um segredo bem guardado que grande parte dos músicos brasileiros ainda não descobriu. Em setembro de 2010, o Ecad fechou um acordo com o YouTube e o Google para recolher direitos autorais. Para quem vive em Júpiter e não sabe do que estou falando, o Ecad é a associação responsável por cobrar em nome de todos os músicos brasileiros os direitos autorais pela “execução pública”. Essa atribuição vem da lei. Quando a música toca no rádio, na televisão, na academia de ginástica, no hotel ou no consultório médico isso é “execução pública”. Todos têm de pagar mensalmente ao Ecad, que por sua vez deve distribuir esse valor aos músicos. O conceito de “músicos” é amplo: inclui intérpretes, letristas, arranjadores, compositores, produtores e assim por diante. Em outras palavras, se você tocou triângulo em uma música de forró está incluído no conceito e deve ser remunerado.

Ocorre que hoje em dia o Ecad entende que a “execução pública” inclui também a internet. Muita gente discorda disso, já que a maioria dos vídeos do YouTube é consumida dentro de casa e não em um espaço público. Mas o Ecad conseguiu convencer os advogados do Google do contrário: de que o site deveria pagar os direitos autorais de todas as músicas disponibilizadas por meio dele.

Resultado: a partir de novembro de 2010 um bom dinheiro adicional passou a entrar nos cofres do Ecad em nome de toda e qualquer pessoa que posta um vídeo musical no YouTube. A notícia do acordo (divulgada de forma bastante discreta) diz que ele abrange “todo o repertório musical que estiver disponível na plataforma do YouTube” (veja em bit.ly/f1FFbw). Como se isso não bastasse, o Google comprometeu-se a pagar valores retroativos desde 2001! Ou seja, uma dinheirama.

Com isso, o Google faz a sua parte: paga aos músicos os valores devidos. A questão é se o Ecad vai pagar todos os que têm direito a receber. Na prática, se você colocou uma música que tem qualquer participação sua no YouTube, tem direito a receber – mesmo que não seja associado ao Ecad ou às associações que o constituem. Afinal, sua parte já está sendo cobrada por você.

HIT DE VERÃO

Como muita gente sabe, a maioria dos novos sucessos musicais do Brasil vem da internet, especialmente do YouTube. Por exemplo, o grande hit do verão foi a divertida música “Minha mulher não deixa não” (bit.ly/dYpGxs), que acabou regravada por inúmeros artistas, dos Aviões do Forró à Banda Djavú. Em contagem rápida, gerou mais de 40 milhões de visualizações. É um número maior do que a audiência de muitas rádios ou TVs. Será que todos receberam a sua parte? E o compositor da música?

A pergunta vale para todo mundo. Para o MC Papo, de Belo Horizonte, um dos meus artistas favoritos, autor do hit “Piriguete”, com 11 milhões de visualizações (bit.ly/4Fz1q). Para os funkeiros de todo o Brasil que estão no YouTube, como Mr. Catra, do Rio, que só com a música “Adultério” (bit.ly/2PRqvR) alcançou 7 milhões de visualizações. Para as bandas e os artistas novos espalhados pelo país, que tocam do indie rock ao maracatu. Para não mencionar também DJs, autores de remixes ou trilhas sonoras. Quem tiver músicas no YouTube deve receber. Afinal, são valores que já estão sendo cobrados e pagos.

Acredito que existe aqui uma oportunidade muito importante. Se o sistema de distribuição funcionar, remunerando dos grandes aos pequenos, isso fortalecerá uma rede criativa extraordinária que se espalha por todo o Brasil. Resta a artistas, profissionais e amadores união para fazer valer o que é seu.